O gozo de Jacques Lacan, a segunda clínica e o analista de seu tempo

O gozo como sendo o osso duro do sujeito, aquilo com o qual ele mais se identifica e se estranha, sendo aquilo que existe de mais íntimo em si enquanto sujeito.    Fazer as pazes com isso que se denomina sintoma é poder passar do sentido a identificação com o sintoma. Não mais se localiza o sintoma como um impeditivo, mas como aquilo com o qual o sujeito pode se valer para ir além e aumentar sua circulação no mundo.   Poder sustentar a segunda clínica enquanto instrumento de operação é assumir que o gozo do sujeito escapa a explicação. O gozo enquanto a via pela qual o sujeito mais se define.  O analista do seculo XXI esta em contante pesquisa de como a sociedade atual se subjetiva? E a questão mais que não cessa de se inscrever  “Como tu gozas?