Real, Simbólico e Imaginário: Desembaraçando Os Nós Lacanianos

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Assim como é impossível adentrar o terreno da psicanálise sem esbarrar no nome de Jacques Lacan, criou-se um consenso geral de que nada poderia ser mais difícil do que os ensinos lacanianos. Mesmo esse preconceito tendo uma parcela de verdade, me proponho a tentar transmitir três conceitos cruciais de Lacan de um jeito que não seja um “lacanês” elitista.

Especificações

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Descrição

Assim como é impossível adentrar o terreno da psicanálise sem esbarrar no nome de Jacques Lacan, criou-se um consenso geral de que nada poderia ser mais difícil do que os ensinos lacanianos. Mesmo esse preconceito tendo uma parcela de verdade, me proponho a tentar transmitir três conceitos cruciais de Lacan de um jeito que não seja um “lacanês” elitista.

Em seu “retorno à Freud”, paralelamente à tríade do eu, isso e sup ereu, Lacan cunhou sua própria: a do Real, Simbólico e Imaginário.  Seus nomes dão a ilusão de senso-comum, mas é preciso uma grande retomada em seus onze primeiros seminários para começara compreender o desfecho de sua tríade em uma representação um tanto quanto assustadora: os nós borromeanos.

Imagem ameaçadora, temos aqui três anéis enodados borromeanamente para representar a ligação dos três registros. Mas ainda assim é preciso de uma explicação para essa interligação e o que ela nos diz na prática clínica.